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sábado, 2 de outubro de 2010

Trapeiros de Emaús praticam reciclagem, partilha e sustento


O movimento Trapeiros de Emaús mantém um galpão no Recife, no bairro de Beberibe, onde coloca à venda, a preços simbólicos, tudo o que é recolhido ou recebido pela instituição. Esse material é reformado, numa política de reciclagem e reutilização de objetos usados – mas sempre em bom estado. 


De acordo com o fundador do projeto em Pernambuco, Luís Tenderine, as peças são úteis, mas estão em desuso. Esses itens - roupas, brinquedos, panelas, revistas, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, móveis, livros, sapatos, utensílios domésticos, garrafas... - são remodelados pelos próprios trapeiros, para depois serem revendidos.

Um caminhão e uma Kombi são usados para recolher os produtos, quando os doadores não podem ir levar à instituição. O bazar onde as peças são comercializadas é realizado sempre na tarde das quintas-feiras, na sede da Associação Trapeiros de Emaús.


Todo o dinheiro coletado no bazar é investido em cursos profissionalizantes para a comunidade. Os participantes aprendem a trabalhar como marceneiros, eletricistas, técnicos em computadores ou refrigeração.

O Movimento Trapeiros de Emaús foi fundado na França pelo padre Abbé Pierre, em 1949. Dom Helder Câmara trouxe a iniciativa para Pernambuco em 1996 e, desde então, o italiano Luís Tenderine coordena o projeto no estado. Atualmente, os Trapeiros estão presentes em 42 países - no Brasil, está no Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará, além de Pernambuco.



Para saber como doar ou conhecer o trabalho dos Trapeiros de Emaús, a associação funciona na rua Mamede Coelho, 53, bairro de Dois Unidos. O telefone é o 3451-2247 e o site, www.emausrecife.org.br.

1 comentários:

Unknown disse...

O bazar é pela manhã nas quintas e nos sábados. Entra em contato com a instituição para confirmar.

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